SALA DE IMPRENSA

Festival Jazz & Blues 2010 - release geral completo - 2010_01_05

O período é o carnaval e o endereço é no Ceará. Mas desde 2000, o que atrai milhares de pessoas para Guaramiranga nos dias de “folia” é o jazz, o blues e ritmos afins. Em fevereiro de 2010 o Festival Jazz & Blues chega à 11ª edição consolidado como um dos mais importantes projetos musicais do gênero no país. Ele acontece de 13 a 16 (carnaval) em Guaramiranga e de 18 a 20 tem mais três dias em Fortaleza.

O Festival foi idealizado pela Via de Comunicação e Cultura, que ousou ao oferecer ao público espetáculos de jazz e blues durante o carnaval e distante dos grandes centros urbanos. A idéia deu certo e garantiu ao evento um lugar cativo no calendário cultural brasileiro, conquistando credibilidade e um público fiel do Ceará e de vários cantos do país.

Pelo Festival Jazz & Blues já passaram nomes como Toots Thielemans, César Camargo Mariano, Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Jean Jacques Milteau, Ivan Lins, Scott Henderson, Stanley Jordan, Pedro Aznar, Paulo e Daniel Jobim, Nuno Mindelis, Leny Andrade, Gilson Peranzzetta, Dominguinhos... É injusto citar só alguns, mas não é o caso de discorrer a lista de grandes instrumentistas e intérpretes que se apresentaram nos palcos do Festival em dez edições já realizadas.

Apesar de próxima das belas e ensolaradas praias do Ceará, Guaramiranga tem um cenário diferente dessa imagem do estado. A cidade, com pouco mais de 4 mil habitantes, fica na região do Maciço de Baturité, a cerca de 100Km da capital Fortaleza, a uma altitude de 865 metros. Ao invés de dunas, coqueiros, mar e o calor do verão, a beleza do local está na riqueza da mata atlântica, suas cachoeiras e o clima ameno, que varia entre 18º e 25º.

No centro de Guaramiranga está o Teatro Municipal Rachel de Queiroz, palco principal do Festival Jazz & Blues. No entorno da praça do Teatro, uma diversidade de restaurantes completa o clima de montanha, com uma culinária que passa pelos fondues franceses, massas italianas, salsichas alemãs, chocolate quente, boas cervejas e bons vinhos.

É nesse contexto que acontece o Festival Jazz & Blues, com programação em Guaramiranga nos quatro dias de carnaval, das 10 horas da manhã até às 3h da madrugada, em espaços fechados e abertos, com programação paga e gratuita. Depois da quarta-feira de cinzas, o Festival desce a serra e continua em Fortaleza de quinta a sábado.

NOVIDADES: RESIDÊNCIAS e CAFÉ NO TOM

O Festival preparou algumas novidades para marcar o início de sua segunda década. Uma delas é o Café no Tom, que vai transformar o teatrinho – na mesma rua do teatro grande e também com o nome de Rachel de Queiroz – em um espaço de exposição, café e entrevistas. O local será aberto diariamente às 10 horas e até às 22h poderá ser visitada a exposição de fotos históricas dos 10 anos do Festival Jazz & Blues. A exposição é uma seleção de imagens captadas pelo fotógrafo Chico Gadelha ao longo da primeira década do carnaval jazzístico. Às 16 horas, o jornalista e editor da revista Blues’n Jazz, Helton Ribeiro, entrevista alguns instrumentistas que vão se apresentar no Festival. São eles, Carlos Malta, Chico Pinheiro, Rildo Hora e Márcio Resende.

Outra novidade é o projeto Residências Artísticas, que visa estimular e colaborar continuamente para a formação musical de novas gerações e, assim, agregar valor à comunidade. Em Guaramiranga, ao longo de uma semana antes do carnaval jazzístico, jovens instrumentistas terão aulas práticas e teóricas de música, todas gratuitas, ministradas por instrumentistas conceituados na cena local e nacional. Parte dos alunos terão custeadas ainda as despesas de transporte para Guaramiranga, hospedagem e alimentação durante os dias das Residências Artísticas, além de poderem acompanhar os quatro dias de Festival durante o carnaval, com os mesmos benefícios.

OFICINAS

Mas não só os alunos das Residências Artísticas poderao poderão aprender um pouco mais do que vão ver nos palcos. Durante o período do Festival em Guaramiranga, acontecem as oficinas, ministradas por insturmentistas que vão estar nos palcos do Festival. Abertas mediante inscrição durante o Festival, as oficinas serão realizadas às 10h e às 15h na Escola Zélia Matos Brito.

ENSAIOS ABERTOS e SHOWS

Já é tradição. Nos quatro dias de Festival na serra, uma fila grande se forma em frente ao Teatro Municipal Rachel de Queiroz já no início da tarde. É que às 14h30 acontece o Ensaio Aberto com uma das atrações da noite. Estes ensaios são momentos ímpares, de descontração e, ao mesmo tempo, concentração, com o público atento ao virtuosismo de instrumentistas renomados. O Ensaio Aberto é uma oportunidade que o Festival e grandes atrações oferecem a todos, independente de idade ou preferência musical, de terem acesso aos artistas e conhecerem um pouco do que será levado ao palco durante o show.

O 11º Festival Jazz & Blues contará com dois grandes palcos para os quatro dias de shows. No Teatro Municipal Rachel de Queiroz, duas atrações se apresentam na sessão das 20h e mais um grande nome entra em cena às 22h30. O outro palco é dedicado aos shows abertos, gratuitos, que acontecem ao por do sol, às 17 horas. É lá também que, após a programação do teatro, público e músicos se encontram para as Jam Sessions, da meia-noite às 3h da manhã.

AS ATRAÇÕES

O Festival é jazz...

Em 2010 o Festival Jazz & Blues apresenta um ar mais jazzístico, com atrações de renome nacional e internacional. Algumas boas parcerias vão estar nos palcos, é o caso do pianista cearense Antônio José com o baterista e percussionista carioca Robertinho Silva, que comemora 50 anos de carreira. Amigos de longas datas, eles concretizam agora um sonho antigo de tocarem juntos. Outro pianista, o mineiro Túlio Mourão, apresenta com o violonista cearense Nonato Luiz o repertório do CD Mangabeira, além de momentos solos de cada um dos artistas. Lançado recentemente, Mangabeira representa a redescoberta do enorme prazer de tocar juntos e a percepção compensadora da grande atualidade e aceitação da música produzida pelo duo.

Outra parceria a ser vista no Festival Jazz & Blues é de Rildo Hora e Misael da Hora. Juntos, pai e filho mostram na gaita e no piano um repertório variado, que pode viajar com facilidade do erudito ao jazz brasileiro. Gaitista, arranjador, compositor e produtor musical, Rildo Hora é um dos principais instrumentistas em atividade no Brasil. Misael da Hora é tecladista, cantor, arranjador e produtor musical. Atuou ao lado de nomes da música instrumental como Altamiro Carrilho, Chiquinho do Acordeom, Luizão Maia, Mauro Senise, Nico Assumpção, Raphael Rabello e Sivuca.

Também no Festival, Wagner Tiso convida Victor Biglione. Pianista, tecladista, compositor, arranjador, maestro e diretor musical, Wagner Tiso é um dos músicos brasileiros mais respeitados no exterior, participando com freqüência dos melhores festivais de jazz da Europa. Victor Biglione consagrou-se no Brasil e no exterior como um dos maiores guitarristas e violonistas da atualidade, conquistando o reconhecimento do público e dos críticos.

O Festival Jazz & Blues leva ainda para o mesmo palco o paulista Trio Corrente, que recebe o saxofonista cubano Paquito D’Rivera, um dos maiores nomes internacionais da música instrumental. Trio Corrente é formado por Edu Ribeiro (bateria), Fabio Torres (piano) e Paulo Paulelli (baixo). O grupo desenvolve um trabalho de leituras modernas de músicas tipicamente brasileiras, como choros, clássicos da Bossa Nova, além de composições autorais. Paquito D’Rivera, vencedor de nove prêmios Grammy, é festejado por seu talento no latin jazz e por suas criações como um compositor clássico.

Edu Ribeiro, Fabio Torres e Paulo Paulelli estarão no palco também para acompanhar o guitarrista paulista Chico Pinheiro, celebrado como excepcional instrumentista e compositor de extrema originalidade e maturidade, reconhecido por grandes nomes da música nacional e internacional como uma nova referência da música brasileira.

Do Rio de Janeiro, o Festival recebe Carlos Malta, conhecido como Escultor do Vento, é multiinstrumentista, compositor, orquestrador, educador e produtor cultural, possuindo um estilo totalmente original e criativo. O músico desenvolve múltiplos timbres nos saxofones barítono, tenor, alto e soprano, nas flautas em sol, dó, baixo, piccolo e flautas étnicas, traduzindo, através de seu sopro, a alma da música do Brasil.

A sonoridade mineira aparece com o UAKTI, formado por Paulo Sérgio dos Santos, Artur Andrés Ribeiro, Décio Ramos e Marco Antônio Guimarães, que é o criador dos instrumentos utilizados pelo grupo, feitos a partir de materiais como tubos de PVC, vidros, metais, pedras, borracha, cabaças e até água. Os acordes mágicos do UAKTI já encantaram artistas de peso como Milton Nascimento, The Manhattan Transfer e o compositor norte-americano Philip Glass, diretor do selo POINT-MUSIC, que resultou em três álbuns do UAKTI por essa gravadora e a trilha do espetáculo “7 ou 8 Peças para um Balé”, trabalho em conjunto do UAKTI, Philip Glass e Grupo Corpo.

É de Minas Gerais também o grupo Ramo, formado por cinco jovens compositores, instrumentistas e arranjadores. Eles apresentam uma música instrumental viva e criativa. Tocando composições de seus integrantes, o grupo desenvolve uma linguagem que alia liberdade de improvisação a ousadia composicional. É formado por Daniel Pantoja (flautas), Felipe José (violoncelo, flauta e violão), Rafael Martini (piano e violão), Frederico Heliodoro (contrabaixo) e Antonio Loureiro (bateria), compositores premiados em alguns dos mais importantes concursos de música instrumental do Brasil.

Grupos do Nordeste também participam do Festival em 2010. Um deles é o Caninga Trio, do Rio Grande do Norte, que desde 2006 desenvolve um repertório instrumental voltado para uma formação pouco comum, onde saxofone, guitarra e baixo de seis cordas executam temas autorais e arranjos próprios da música popular e instrumental. O gurpo é formado por Costinha (sax), Manoca Barreto (guitarra elétrica) e Júnior Primata (baixo elétrico de seis cordas) que participam constantemente em eventos locais e nacionais. Paralelamente, exercem atividades acadêmicas como professores da Escola de Música da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e da UFPB (Universidade Federal da Paraíba).

Da Bahia, o Festival recebe Viola de Arame, de Júlio Caldas (violas de 10 cordas) e Cássio Nobre (viola de 10 cordas, viola machete e violão de 7 cordas). Juntos desde 2007, neste show, que tem a participação do percussionista Ricardo Hardmann (derbak, pandeiro, moringa, cajon, atabaque e efeitos), exploram a sonoridade inconfundível da viola, assim como suas múltiplas possibilidades de afinação. No repertório, composições próprias e de nomes como Pixinguinha, Ernesto Nazareth, Villa-Lobos e Jacob do Bandolim.

A cearense Marimbanda está de volta ao Festival Jazz & Blues festejando dez anos de sua fundação com um passeio pelo Brasil musical, tocando baião, frevo, choro, samba, além de um jazz autoral brasileiríssimo e de novas releituras. O quarteto é composto por Luizinho Duarte (baterista, violonista e arranjador), Heriberto Porto (flautista), Thiago Almeida (pianista) e Miquéias dos Santos (contrabaixista autodidata, violonista e compositor). Com um trabalho reconhecido e elogiado dentro e fora do Brasil, Marimbanda tem dois CDs gravados, Marimbanda (2001) e Tente Descobrir (2005). Em 2009 realizou turnê na França e na Bélgica, com shows nas cidades de Briançon, nos alpes franceses (Encerramento do Festival Altitude Jazz), Bruxelas e Bordeaux.

Carioca residente em Fortaleza desde 1998, o flautista Márcio Resende formou em 1977, aos 16 anos, sua primeira banda, Semente, com Cláudio Nucci, Mário Adnet, Lobão, Mv Carvalho, entre outros. Trabalhou com Nana Caymmi em 1980 e 1981, quando mudou-se para os Estados Unidos, onde viveu durante dez anos e estudou na Berklee College of Music e New Ingland Conservatory of Music. Desde 2001 é professor na Universidade Estadual do Ceará (UECE). Participou de vários festivais no Nordeste, Europa e EUA. Tocou com Toninho Horta, Nailor “Proveta” Azevedo, Nelson Ângelo, Cláudio Nucci, Fagner, Mário Adnet, Wilson Simonal, Adelson Vianna, Zé Menezes, entre outros. No 11º Festival Jazz & Blues, Márcio Resende vai homenagear a banda americana Weather Report, dos músicos Wayne Shorter, Joe Zawinul, Jacó Pastorius e Miroslav Vitous, que maravilhou o mundo do jazz e fusion nas décadas de 1970 e 1980.

Nascida em Paris, filha de pais brasileiros, Paula Tesser voltou a morar em Fortaleza em 2007, depois de 13 anos na França, onde cantou em cenas parisienses e holandesas (Amesterdam) com a sua Banda Paula Tesser & Boa CO formada por Valdo Aderaldo, autor das composições, o argentino Tachi Gómez e os irmãos franceses Olivier e Christophe Defays. Nesse período participou dos discos Boss-a-troniq2 (2001- Warner-Amsterdam), Cannes 2001 – Palm Beach (Wagram–Paris), EDC Passport Eddy de Clercq (2001- EMI), Kinobox / Realejo Quartet (2002 – Independente - Fortaleza) e para o cinema francês: Trois Zéro (2001), Quelqu’un de bien (2002). Em 2004 gravou em Fortaleza o disco ao vivo Retrato do Vento, com composições de Valdo Aderaldo.

O Festival é Blues...

Mas não é só jazz e gêneros afins que fazem a 11ª edição do Festival. Olha o que vem por aí... Magic Slim. O gigante de 70 anos nascido na cidade de Torrence, Mississippi, é um ícone do Chicago Blues. O guitarrista gravou seu primeiro disco em 1976 e hoje são 28 discos oficiais com diferentes gravadoras. Seu mais recente trabalho é Midnight Blues, lançado em 2008. Cada show de Magic Slim é uma surpresa. Não existe ensaio ou setlist. Vai direcionando o repertório conforme a reação do público. No Festival Jazz & Blues, além de sua própria guitarra, Magic Slim será acompanhado pela Blues Special Band, com quem fez turnê em 2007 e 2008. No palco, Adrian Flores (bateria), Juan Codazzi (guitarra) e Gustavo Rubinsztein (baixo).

Três gaitistas de países diferentes que já percorreram boa parte da América Latina, EUA e Europa, em turnê com suas respectivas bandas e outros artistas, estão juntos no Harmônica Mercosul, formado por Jefferson Gonçalves (Brasil), Nicolas Smoljan (Argentina) e Gonzalo Araya (Chile). Os três já dividiram o palco diversas vezes, em jam sessions mundo afora, e agora se uniram para mostrar as possibilidades sonoras da gaita e mostrar para o público três estilos diferentes de tocar o mesmo instrumento. Com influências dos grandes mestres da harmônica, o trio apresenta um trabalho que leva o nome de “Harmônica Mercoblues”. No repertório, músicas autorais e clássicos do Blues, Country Blues, Folk, Funk Blues, entre outros estilos, num show alto-astral, contagiante e dançante.

Para fechar as noites, nada como o blues para aquecer o público no frio da madrugada. Cada ano, um grupo é convidado para comandar as Jam Sessions. No Festival de 2010, o palco é de Artur Menezes, que também esteve à frente das “jams” na edição de 2008. Com seu projeto solo participou em 2009 do Festival Jazz & Blues. Aos 23 anos de idade e guitarrista há 12 anos, Artur Menezes é atualmente um dos artistas mais ativos na cena musical cearense, realizando uma média de 20 apresentações por mês, com bandas das quais é integrante, como Blues Label e De Blues em Quando. Passou duas temporadas em Chicago, que lhe rederam bons contatos com músicos de renome internacional, com os quais tocou. Entre eles, John Primer, Charlie Love and The Silky Smooth Band, Linsey Alexander, Phill Guy, Brother John, Jimmi Burns e Big Ray. Integrou ainda a banda americana The Shakes, que prima pela tradicionalidade do blues elétrico, e com ela gravou dois discos.

FORMAÇÃO de JOVENS INSTRUMENTISTAS

De 06 a 11 de fevereiro em Guaramiranga será realizado pela primeira vez o Projeto Residências Artísticas. Dele poderão participar 75 jovens, entre 18 e 24 anos, que serão pré-selecionados por meio de audições realizadas em Sobral (dia 07 de janeiro), em Juazeiro do Norte (dia 08) e em Fortaleza (dia 09). Desse total, os 25 alunos que alcançarem um melhor desempenho na pré-seleção terão direito a bolsa integral que inclui transporte para Guaramiranga, hospedagem e alimentação durante os dias das Residências Artísticas, além de poderem acompanhar os quatro dias de Festival durante o carnaval, com os mesmos benefícios.

O projeto reforça o compromisso do Festival com o lado pedagógico que vem desenvolvendo a cada ano em atividades formativas. Dentro dessa filosofia o Festival criou em 2006 o projeto Novos Talentos, uma ação de responsabilidade social e inclusão que até 2009 atendeu jovens músicos de Fortaleza e interior do Estado que não tinham muitas oportunidades de capacitação e de apresentação. O projeto acontecia antes do período do carnaval, em quatro cidades cearenses, com cerca de 60 alunos no total.

Agora, em 2010, o Festival incrementa o aspecto pedagógico com a criação das Residências Artísticas, projeto voltado para um número maior de instrumentistas e com mais oportunidades de formação. O resultado das oficinas será levado ao público pelos 25 alunos que alcançaram a bolsa integral. Eles vão se apresentar no Festival Jazz & Blues em Guaramiranga, em shows batizados de Toca Jazz. As apresentações serão às 17 horas, no palco aberto, de sábado a terça, respectivamente antes das apresentações dos grupos Marimbanda, Ramo, Viola de Arame e Harmônica Mercosul.
Com o projeto Residências Artísticas, o Festival mostra-se mais maduro ao chegar à 11ª edição, firmando o reconhecimento do valor da formação para o surgimento de uma nova geração de instrumentistas de talento e conhecimento musical na cena jazzística cearense.

ENQUANTO ISSO... NA TRILHA DO JAZZ

Enquanto o Festival não chega, amantes da boa música instrumental, do jazz e do blues em Fortaleza se preparam para entrar em clima de Jazz & Blues com a programação NA TRILHA DO JAZZ, que a partir de 12 de janeiro passa por bares e restaurantes da capital.

Até o dia 12 de fevereiro, de terça a sábado, o projeto estará em um ou mais locais de Fortaleza. São casas que tradicionalmente já atraem o público com shows ao vivo e se juntam ao Festival Jazz & Blues para entrar Na Trilha do Jazz. Entre as casas, Café Pagliuca, Degusti, Datamar Bistrô de Paris, Fafi Bar, Altas Horas e Iate Clube.

Nos palcos, instrumentistas e grupos que já têm um trabalho consolidado e reconhecido na cena instrumental do estado. É o caso de Mimi Rocha e Trio, Dunas Jazz Band, Bossa Jazz, Blues Label, Puro Malte, De Blues em Quando, Felipe Cazaux, Marcos Maia e Adriano Azevedo, entre outros.

SERVIÇO
Festival Jazz & Blues 2010 – Guaramiranga e Fortaleza – De 13 a 16 de fevereiro (carnaval) em Guaramiranga e de 18 a 20/02 em Fortaleza/CE. Programação e informações no www.jazzeblues.com.br e na Via de Comunicação e Cultura: 85-3262.7230.

05/01/2010

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